Maia Oazem é uma artista temporal nascida e baseada em São Paulo. Sua prática atravessa pesquisa cultural, elaboração de futuros e estratégia criativa, e toma forma em ficção científica, design especulativo e transformação de organizações.
Nascida em 1990, pertence a uma geração que cresceu entrando e saindo da internet até a chegada do mobile, e agora estuda, a partir dessa vivência, o que nos acontece com o pós-IA. Passou quinze anos construindo outras coisas possíveis por dentro da Oracle, da Salesforce, do Google e da Capgemini, enquanto mantinha seu fluxo experimental na gira., laboratório que em 2027 abre sua segunda década como laborateliê. É conhecida por usar a ficção para guiar as estratégias, e pela estratégia nascida do que até então parecia ficção.
Seu trabalho foi destacado pela Veja, pela Época Negócios, pelo Estadão e pela CNBC, e apresentado no Febraban Tech e na Abradi. Leciona futuros e IA aplicada na ESPM, integra a diretoria da Associação Brasileira de Futuros, é signatária do projeto Design Centrado na Sociedade, do IF, e fez parte do grupo de ética em IA do Google. Seus roteiros de ficção científica foram selecionados no Brasil, no Canadá, nos Estados Unidos, na Índia, na Itália e no Japão.