Clube de Contexto
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Desenvolvimento crítico-criativo para equipes e organizações na era da IA.

São Paulo · 2026

clube de contexto/ academia da mente

Como fortalecer a mente crítico-criativa na era da IA?

Um programa corporativo contínuo de leitura, debate e elaboração para desenvolver pensamento crítico, criatividade e uso qualificado da IA nas equipes.

palavras-chave · toque para abrir

palavra-chave

colaboração humano–IA

o que é

como o clube contribui · equipes e IA

+8ativações ao abrir cada palavra
Me leve até como isso é possível O programa do clube em empresas.

o projeto

Um protocolo de exercícios para proteção da capacidade crítica e criativa humana, pensado para essa nova era em que se tornou possível terceirizar o pensamento humano para as máquinas.

O processo combina leitura profunda, debate aberto, escrita manual e a construção de contextos autorais para a IA, potencializando as duas partes dessa nova dupla corporativa, o humano biônico.

o ganho que sustenta os outros

proteção do ROI humano

Proteger quem usa a IA é proteger o investimento em IA.

O ganho imediato de produtividade da IA não pode custar a capacidade cognitiva que sustenta os próximos anos.


programa principal · empresas

(01)

o clube em empresas

Encontros semanais para equipes, com leitura, debate e escrita de contextos próprios para a IA corporativa. Desenvolvimento humano e melhoria das interações com a tecnologia, na mesma prática.

120 minutos por semana · 5 etapas · turmas de até 15 pessoas

Conheça o formato para sua empresa Conheça as etapas do encontro abaixo.

Estrutura do Protocolo: 120 minutos, semanal, em cinco etapas.

Como funciona um encontro semanal dentro da empresa, minuto a minuto.

  1. (01)20 min

    Check-in

    Check-in de chegada, por 20 minutos, fazendo atualização dos usos de IAs e questões que estão emergindo no trabalho e na vida;

  2. (02)25 min

    Leitura

    Leitura profunda individual, por 25 min, fazendo marcações nos livros, grifos e estruturas de contexto em anotações;

    O Papel Ganha da Tela

    • Meta-análise de 54 estudos e 171.055 participantes confirma: Vantagem pequena, mas estatisticamente significativa, do papel sobre as telas (g ≈ 0,21). (Delgado et al., 2018)
  3. (03)45 min

    Debate

    Debate e agrupamento das leituras, por 45 min, fazendo, ao menos, 01 contexto escolhido por consenso;

    Discutir e Construir

    • Diferentes abordagens de discussão, como encontros mediados por perguntas abertas, nos quais participantes apresentam argumentos, examinam contradições e precisam justificar suas interpretações, melhoram aspectos da compreensão (Graham e Hebert, 2011)
    • Estudo complementar identificou raciocínios mais elaborados em discussões crítico-analíticas, com perguntas autênticas e construção sobre as falas anteriores. (Soter et al., 2008)
  4. (04)20 min

    Escrita

    Escrita humana manual, por 20 min, fazendo um texto do grupo para o contexto da máquina;

    A Escrita Salva (na Memória)

    • Escrever sobre o que foi lido melhorou a compreensão em comparação com atividades tradicionais de leitura, incluindo releitura e discussão. (Graham e Hebert, 2011)
  5. (05)10 min

    Contexto

    Contexto de máquina, por 10 min, com suporte da IA fazendo um arquivo .md para ser testado durante a semana;

    contextos/semana.md

Turmas de até 15 pessoas, com medição mensal da percepção de transformação humana, individual e coletiva, e das máquinas, capacidade crítica e criativa.

(02)Benefícios do Clube para Humanosa mente humana · 7 benefícios · 12 pesquisas

Sete capacidades que o uso acrítico da IA enfraquece e que as cinco etapas do clube exercitam, com o que as pesquisas mostram sobre cada uma.

o clube

benefícios

Veja os benefícios ↓

Toque num benefício para abrir as pesquisas.

(01)A AtençãoAnti-Preguiça Cognitiva

Anti-Preguiça Cognitiva

Se nossa capacidade de atenção já vinha diminuindo com as mudanças de consumo pós-internet e pós-mobile, a tendência parece se avolumar e se acelerar no pós-IA. A ponta inicial de toda capacidade crítica, que é a atenção, está ainda mais em risco.

10 minde assistência com IA já dificulta performar tarefas complexas

Pesquisadores já se debruçam para compreender quanto a terceirização do pensamento pode produzir efeitos mesmo após interações breves.

Em experimentos randomizados com 1.222 participantes, já observaram que cerca de dez minutos de assistência com IA foram suficientes para reduzir a persistência diante de problemas e prejudicar o desempenho posterior sem a ferramenta. A IA ajudava a resolver os exercícios imediatamente, mas os participantes se tornavam menos propensos a continuar tentando quando precisavam agir por conta própria.

(Liu et al., 2026)

2010início das quedas em leitura e raciocínio e jovens com dificuldade de pensar

Nossa capacidade de sustentar a atenção já apresentava sinais de dificuldade antes da popularização da inteligência artificial generativa.

Uma análise do Financial Times, reunindo dados de avaliações internacionais e pesquisas longitudinais, identificou quedas no desempenho em leitura e raciocínio desde o início dos anos 2010, além de um aumento, a partir de meados da década, na proporção de jovens que relatam dificuldades para pensar, concentrar-se e aprender. A análise relaciona essas tendências às transformações no consumo de informação, especialmente à passagem da exploração ativa para o consumo passivo de conteúdos digitais.

(Burn-Murdoch, 2025)

(02)A InterpretaçãoA Leitura é Aprendida Culturalmente

A Leitura é Aprendida Culturalmente

Se a fala é adquirida espontaneamente, a leitura ainda exige ensino deliberado e depende de manutenção cultural. O cérebro ainda não evoluiu para ler. O cérebro aprende a ler reaproveitando uma parte do córtex visual, que vai se especializando em letras: a "área da forma visual da palavra", a "caixa de letras" de Dehaene. A parte da mente que faz a gente reconhecer uma maçã, independente de seu formato, é a que faz a gente reconhecer um A ou um B, independente de seu formato.

32%mais lento é o declínio cognitivo de quem lê e escreve com frequência

Ler, escrever e interpretar informações são atividades que mobilizam nossas capacidades cognitivas, são um exercício que proporcionam e fazem a manutenção da estrutura de cognição.

Em um estudo que acompanhou 294 pessoas idosas até a morte, com avaliações anuais e autópsias cerebrais, pesquisadores identificaram que a prática frequente de atividades intelectualmente estimulantes, como leitura e escrita, estava associada a um declínio cognitivo 32% mais lento. Entre participantes com pouca atividade cognitiva, esse declínio foi 48% mais rápido, em comparação com aqueles de atividade mediana.

(Wilson et al., 2013)

(03)A InterdisciplinaridadePensamento Sistêmico

Pensamento Sistêmico

Como o contexto não é extraído de um único livro, e emerge do encontro entre leituras diferentes de pessoas diferentes, há uma abertura da mente coletiva e individual para melhor compreender os sistemas complexos onde estamos inseridos e suas relações.

55estudos mostram que cruzar áreas amplia a criatividade

Cruzar conhecimentos de diferentes áreas pode ampliar nossa capacidade de produzir ideias e interpretações originais.

Uma meta-análise de 55 estudos, envolvendo 7.490 estudantes, identificou efeitos positivos significativos do ensino interdisciplinar sobre a criatividade, especialmente nos processos de pensamento criativo e na capacidade de aplicar novas ideias. Os pesquisadores apontam a recombinação de conhecimentos, a integração de perspectivas e a transferência de ideias entre contextos como mecanismos que podem favorecer esse desenvolvimento.

(Chi et al., 2026)

(04)A CríticaCapacidade de Crítica

Capacidade de Crítica

A terceirização do raciocínio analítico e da tomada de decisão para os algoritmos já está sendo estudada a fundo pelas consultorias de negócios, pois o possível ganho de produtividade no presente pode gradativamente corroer o ROI humano da organização, e sua capacidade estratégica.

de-skillingdistribuído: a erosão coletiva das habilidades críticas de uma empresa

O assunto já virou termo corporativo, o "de-skilling distribuído", que é quando o uso excessivo ou sem critérios da Inteligência Artificial provoca uma erosão coletiva e simultânea de habilidades críticas humanas dentro de uma empresa.

(Boston Consulting Group, 2026)

0,92de correlação: quanto melhor o prompt humano, melhor a resposta da IA

E outra análise, com aproximadamente 1 milhão de conversas dentro do Claude, a Anthropic identificou uma correlação superior a 0,92 entre a complexidade educacional dos prompts humanos e das respostas produzidas pela IA.

Um reforço de que quanto melhor a capacidade crítica do humano, melhor a capacidade crítica da IA.

(Anthropic, 2026)

319trabalhadores: quanto mais confiança na IA, menos esforço crítico

Corroborado por um estudo da Microsoft com 319 trabalhadores.

Quanto maior a confiança na IA, menor o esforço crítico relatado. Achar que a máquina tudo sabe faz com que invalidemos o que sabemos e a necessidade ou possibilidade de questionar o que ela disse. A pesquisa também encontrou uma mudança na natureza do trabalho crítico, direcionado à verificação e integração de respostas. A crítica e a síntese se perdem.

(Lee et al., Microsoft/CMU, 2025)

666pessoas: uso frequente de IA ligado a pior pensamento crítico

O que é ainda pior nos jovens, principalmente entre 17 e 25 anos, formando sua opinião crítica sobre o mundo.

Survey e teste com 666 pessoas correlacionou o uso frequente de IA com pior pensamento crítico, mediado por essa terceirização da razão; Uma juventude com dificuldade de pensar fora da máquina, e, assim, de pensar para além dos limites do pensamento da máquina.

(Gerlich, Societies 2025)

(05)A CriatividadeAmpliação Criativa na Zona Média

Ampliação Criativa na Zona Média

Apesar de o indivíduo, frente à IA, acreditar que o resultado obtido com o cérebro sintético é mais inédito e criativo do que sua produção individual seria (o que pode ser verdade em alguns casos), como a derivação da IA encaminha as respostas à média, o resultado é achatado em similaridade.

86%das vezes, especialistas adotaram as escolhas da máquina como suas

É o caso inclusive para os especialistas em seus temas, comprovado pela pesquisa da Anthropic sobre a influência invisível dos agentes de Inteligência Artificial.

Pela forte deferência às sugestões do algoritmo, e a necessidade de acelerar as tarefas analíticas complexas, especialistas adotaram as escolhas da máquina em 86% das vezes e replicaram seus argumentos, mantendo a falsa sensação de autoria sobre a decisão final.

(Herdağdelen et al., 2026)

(06)A MemóriaA Aprendizagem é um Processo de Apropriação

A Aprendizagem é um Processo de Apropriação

O que aprendemos, ou tentamos compreender, com o apoio de IAs tem sua capacidade de sedimentação na memória muito reduzida. Temos o contato com a coisa, conseguimos aplicá-la contextualmente no momento, mas aquilo se esvai com maior facilidade quando a ferramenta não está. Há uma falsa sensação de aprendizagem, e uma dependência da estrutura sintética para saber o que a gente acreditava saber. Já vivemos uma realidade de memória estendida pela máquina, e que o humano que era criado continuamente pelo trabalho, sabendo mais e mais sobre o que fazia, é substituído por um humano que sabe como fez, mas não o que fez.

−17%de desempenho quando a IA é retirada, depois de +48% com ela

Em um experimento com quase mil estudantes, o acesso ao ChatGPT melhorou o desempenho nos exercícios de matemática em 48%.

Entretanto, quando a ferramenta foi retirada, esses mesmos estudantes tiveram resultados 17% inferiores aos de colegas que nunca haviam utilizado a IA.

(Bastani et al., 2025)

83,3%não conseguiam citar o que tinham acabado de escrever com IA

Na escrita autoral, medida por EEG, foi comprovada uma conectividade cerebral mais fraca ao escrever as redações com IA;

54 estudantes, e, desses, 83,3% não conseguiam citar o que haviam escrito, contra 11,1%, quando escrito sem LLM; A comprovação de um menor senso de autoria e da ideia de "dívida cognitiva", nem o que é lido fica, e nem o que é "criado" fica.

(Kosmyna et al., MIT, 2025)

(07)A DecisãoA Máquina Sempre Sabe

A Máquina Sempre Sabe

A datacracia de Byung-Chul Han é a compreensão que em nossa sociedade há uma grande crença de que a resposta está nos dados, e que, pela complexidade do mundo, o ser humano é incapaz de responder melhor que um sistema inteligente bem estruturado. E essa crença segue conosco em toda interação humano-máquina, mesmo acreditando que estamos na decisão, estamos fazendo apontando para onde a máquina nos disse que é melhor caminhar. Somos o corpo físico da IA no mundo e isso não é, mesmo aos tecno-otimistas, um elogio.

44% → 3%caiu a disposição para dizer "não sei" com apoio da IA, e a confiança subiu

Em cinco experimentos com 3.132 participantes, os pesquisadores escolheram perguntas nas quais a IA errava deliberadamente e colocou a máquina para dar sugestões aos usuários.

Em uma replicação, a disposição para responder "não sei" caiu de 44% para 3%, quando com suporte da IA; E, com esse aconselhamento incorreto, não só a precisão dos humanos caiu, como a confiança aumentou. Acertavam menos, mas estavam 2,5x mais confiantes em suas respostas.

(Marcoccia et al., 2026)

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(03)Benefícios do Clube para Máquinasa mente sintética · ganhos de máquinas · 2 benefícios

O que a IA da sua empresa ganha quando recebe contextos escritos pelo seu time.

o clube

ganhos de máquinas

(01)A AutoralidadeEmergência da Cultura Sintética e Híbrida

Emergência da Cultura Sintética e Híbrida

misturar livros diferentes obriga o grupo a criar algo que nenhum livro diz sozinho, o que não existe em nenhum lugar no mundo. O contexto é uma emergência do grupo, e um pilar de autoralidade da organização.

(02)A DiferenciaçãoFuga da Média de Cognição e Elaboração

Fuga da Média de Cognição e Elaboração

Como a maioria das empresas usam as mesmas IAs, e as IAs são treinadas em bases de conhecimento muito semelhantes, as respostas tendem a convergir, sumindo o debate e a diferenciação crítico-criativa.

dialéticacomo contexto melhora o raciocínio da IA

Podemos ensinar à IA maneiras diferentes de elaborar ideias, oferecendo estruturas de pensamento como parte do contexto.

Pesquisadores da Microsoft demonstraram que, ao orientar modelos de linguagem com um método inspirado na dialética hegeliana, baseado na formulação de ideias, na crítica de suas contradições e na construção de sínteses, foi possível melhorar seu desempenho em tarefas de raciocínio. Isso abre caminho para a criação de contextos autorais, nos quais nossos próprios modelos de pensamento orientam a maneira como a IA interpreta, questiona e elabora respostas.

(Abdali et al., 2025)


duplo foco

duplo foco: o humano e a máquina

Por que o uso da IA no trabalho pede um novo cuidado com a mente.

O projeto não é uma recusa ao uso da Inteligência Artificial, mas a necessária compreensão de que, do mesmo jeito que a mudança para o trabalho de escritório e de computador mudou nossas necessidades corporais, com mais cuidado com ergonomia e tempo de corpo parado, a terceirização dos trabalhos críticos e criativos também faz necessário nascer novas estruturas adaptativas para que não percamos nossas habilidades mentais, e o que nos faz humanos, capazes de pensar qual a próxima coisa possível e necessária.

nota

(04)A máquina dá. A máquina tira.3 estudos · 1 pergunta para você

O que delegamos às tecnologias, como a IA, tende a enfraquecer em nós, como aconteceu com a memória espacial com a chegada do GPS.

  1. (01)

    É o caso dos Taxistas de Londres: pela necessidade de saber todas as ruas da cidade, o que era medido para tirar a licença, tinham o hipocampo maior que a média da população.

    (Maguire et al., 2000)

  2. (02)

    E podemos correlacionar com um estudo de 20 anos depois, nos Estados Unidos, após a chegada do GPS. Com 50 motoristas, conseguiram conectar o maior uso dos GPSs a uma pior memória espacial e uma mudança no hipocampo.

    (Dahmani e Bohbot, Scientific Reports 2020)

  3. (03)

    A IA é um acelerador desses riscos, já documentados desde o início da queda do nível de leitura na população, e aumento do consumo de vídeos curtos.

    você concorda com esta afirmação?


evidências · liderança e RH

(05)

as lideranças já têm a necessidade. o clube tem uma boa resposta.

Boston Consulting Group · junho de 2026

O estudo publicado em 17 de junho de 2026, pela Boston Consulting Group, com autoria de Sagar Goel, David Martin e Charikleia Kaffe, demonstrou como esse medo já vai se alastrando pelas organizações.

50%

já observam perda de habilidades associada ao uso de IA (aceitação das respostas de IA sem questionamento, desenvolvimento mais lento de profissionais juniores e menor diversidade de pensamento, tudo percebido por mais 40%)

60%+

preveem uma ameaça material nos próximos 3 a 5 anos

Referência completa: Goel, S., Martin, D., & Kaffe, C. (2026). When Everyone Uses AI, Companies Risk Losing Critical Skills. Boston Consulting Group, 17 de junho de 2026.


o futuro dos benefícios corporativos

(06)

a academia para a mente

A analogia corpo–mente · bloco 06

Analogia corpo–mente: quando o trabalho deixou de exigir o corpo, criamos academias e benefícios para manter o corpo em uso. Quando a IA passa a fazer parte do nosso trabalho mental, precisamos de estruturas para manter essa mente crítico-criativa em uso.

A nova assinatura de academia será para a mente.

c/txt.

clube de contexto · academia da mente


participar

três formas de participar

Para organizações, grupos e pessoas. Conheça a modalidade adequada a cada contexto.

Lançamento06/11/2026Empresas e OrganizaçõesTurmas semanais dentro da empresa.

Foco na construção de contextos autorais de diferenciação crítico-criativa, proteção do capital humano (o ROI humano e o ROI simbiótico), melhor entendimento das capacidades e limitações das IAs corporativas (IA Literacy) e evolução da geração de ideias e críticas;

Ganhos esperados

Pensamento Crítico em Alta

O relatório Future of Jobs 2025 confirma que o pensamento analítico ocupa o primeiro lugar entre as competências consideradas essenciais pelos empregadores, pelo terceiro relatório consecutivo, e o pensamento criativo em quarto lugar.

ROI do Capital humano

o ganho imediato de produtividade da IA não pode custar a capacidade cognitiva que sustenta os próximos anos. Proteger quem usa a IA é proteger o investimento em IA.

Comunidade

encontros presenciais entre áreas criam vínculo e repertório comum onde o trabalho híbrido e a IA individual isolaram.

LançamentoNovembro, 2026Grupos e ColetivosEncontro 01: 28/11, sábado, das 8h30 às 12h30.

Foco na compreensão de como essas máquinas inteligentes funcionam (contexto, vieses, deferência, convergência / IA Literacy), apropriação do método de Clube de Contexto para replicação, treinamento da capacidade de atenção, interpretação, crítica e criatividade, amparada ou não por IAs;

Local: Estúdio Praxe, República, São Paulo; Encontro 01: 28/11, sábado, das 8h30 às 12h30.

LançamentoJaneiro, 2027IndividualEncontros físicos, formação online e assinatura.

Foco em desenvolver uma rotina de reconexão com a leitura, o pensamento crítico biológico, e a criatividade aberta, além de preparar o indivíduo e a máquina, via contexto, para uma melhor interação.

  • Encontros físicos: Estúdio Praxe, República, São Paulo;

  • Formação: Online, assíncrona;

  • Modelo de recorrência: Assinatura, recebimento das cartas de contexto com páginas de livros, escritos autorais, recortes de revistas e outros itens que apoiem a construção de um contexto crítico-criativo autoral.

(07)O que vamos ler?13 livros da estante do clube

As leituras que formam a estrutura de pensamento da gira. e alimentam as edições do clube.


Maia Oazem · foto de Naira Mattia, Estúdio Praxe

quem facilita o clube

maia oazem

Artista Temporal · Pesquisadora Cultural · Estrategista Criativa

Maia Oazem é uma artista temporal nascida e baseada em São Paulo. Sua prática atravessa pesquisa cultural, elaboração de futuros e estratégia criativa, e toma forma em ficção científica, design especulativo e transformação de organizações.

Nascida em 1990, pertence a uma geração que cresceu entrando e saindo da internet até a chegada do mobile, e agora estuda, a partir dessa vivência, o que nos acontece com o pós-IA. Passou quinze anos construindo outras coisas possíveis por dentro da Oracle, da Salesforce, do Google e da Capgemini, enquanto mantinha seu fluxo experimental na gira., laboratório que em 2027 abre sua segunda década como laborateliê. É conhecida por usar a ficção para guiar as estratégias, e pela estratégia nascida do que até então parecia ficção.

Seu trabalho foi destacado pela Veja, pela Época Negócios, pelo Estadão e pela CNBC, e apresentado no Febraban Tech e na Abradi. Leciona futuros e IA aplicada na ESPM, integra a diretoria da Associação Brasileira de Futuros, é signatária do projeto Design Centrado na Sociedade, do IF, e fez parte do grupo de ética em IA do Google. Seus roteiros de ficção científica foram selecionados no Brasil, no Canadá, nos Estados Unidos, na Índia, na Itália e no Japão.

trajetória
Oracle · Salesforce · Google · Capgemini · gira.
ensino e conselhos
ESPM · Associação Brasileira de Futuros
base
São Paulo · Brasil

Currículo e projetos de Maia Oazem ↗


A inteligência artificial amplia nossas capacidades intelectuais ao mesmo tempo que substitui justamente os processos pelos quais desenvolvemos essas capacidades.

Melhores respostas com ajuda da IA não significa aprender mais, nem significa melhores entregas. E a dependência dessas respostas prontas compromete o desempenho no mundo, quando sem as tais ferramentas, além da capacidade de perseguir tarefas difíceis e de manter autonomia de julgamento.

O uso recorrente e acrítico da IA afeta a nossa capacidade de ser alguém crítico criativo no mundo. O uso recorrente da IA afeta nossa capacidade de alterar o mundo numa direção autoral.

Se a questão, no curto prazo, não parece poder ser sobre usar ou não essas ferramentas, então ela precisa ser sobre quais capacidades humanas estamos deixando de exercitar durante essa produção, e como religar e exercitar essas sinapses.

(Bastani et al., 2025; Kosmyna et al., 2025; Liu et al., 2026; Herdağdelen et al., 2026).


outra coisa é possível